Organize sua viagem para FERNANDO DE NORONHA


Sempre achei frustrante morar em Pernambuco e nunca ter ido a Fernando de Noronha. O motivo é simples: apesar da ilha ficar no “quintal de casa”, o preço que se paga afugenta qualquer um de orçamento apertado, mas juntou a vontade de conhecer o paraíso e a oportunidade das promoções da baixa temporada e consegui riscar Noronha da minha listinha de lugares para conhecer. Se você também sonha em conhecer, esse post pode te ajudar a organizar a viagem. 

Quando ir?
Pra começar, quem quer conhecer a ilha e está com orçamento apertado, vai juntando a grana e fica alerta às promoções que começam a ser divulgadas logo depois do carnaval para ir nos meses de abril/maio/junho, mas não esqueça que esse período é de chuva e pode deixar seu passeio meio nebuloso. Fui em abril e peguei um clima ótimo, mas choveu no dia de voltar.

Como chegar? 
Pra chegar lá só tem duas opções de vôo saindo do Recife (GOL e Azul) ou Natal (Azul). 

E as tão faladas taxas? Logo na chegada no aeroporto, todo visitante precisa pagar a taxa de preservação ambiental que é calculada de acordo com a quantidade de dias que você irá permanecer na Ilha. Ela custa R$ 68,74 por dia e pode ser paga antes da viagem, basta emitir o boleto aqui para agilizar a sua entrada lá, ou então faz o pagamento no próprio aeroporto.

Mas tem mais uma taxa que é a do ingresso do Parque Nacional Marinho. Custa R$ 99 para brasileiros, tem validade de 10 dias e dá acesso aos pontos mais lindos da ilha. Você não vai pra Noronha e não visitar a praia mais bonita do Brasil, que é a Praia do Sancho né? Então…tem que pagar as duas taxas mesmo.

Onde ficar?  
Para mim, escolher hospedagem tem que estar ligado a como irá se locomover por lá e objetivo da viagem. Isso porque Fernando de Noronha tem opções pra todo bolso, desde as super simples até as mais luxuosas com piscina de borda infinita de frente pro Morro Dois Irmãos (quero/gosto!), mas no meu caso, eu passaria pouco tempo no hotel, então procurei algo que atendesse as seguintes necessidades: preço bom, conforto, wifi e serviço de translado, fiquei na Pousada Canto do Boldró, que é uma residência adaptada para virar pousada e por isso tem uma carinha de casa de vó. 

Porém…essa atendeu minha necessidade porque alugamos um buggy, mas recomendo escolher a hospedagem que cabe no seu bolso, mas opte por ficar na Vila dos Remédios ou Floresta Nova – que ficam próximas ao Centro Histórico, restaurantes, Praia do Cachorro e dá pra fazer um monte de coisa a pé. 

Como se locomover por lá? 
A Ilha de Fernando de Noronha inteira se resume a 7km de rodovia (BR 363) do Porto ao Aeroporto. O que quer dizer, que se você tiver disposição, dá pra fazer um monte de passeio a pé mesmo ou pegar o ônibus. O passagem custa R$ 5 e certeza que não demora muito pra fazer essa linha.  Em todo caso tem taxi, relativamente caro, mas funciona quando bate a preguiça ou na chegada do aeroporto e a opção de alugar um buggy, que custa em média R$ 160 a diária (em baixa temporada), fora a gasolina.

R$ 5,39 o litro? Pode encher o tanque! 

Não gostei muito da experiência de alugar buggy pois além de caros, achei bem desconfortável de dirigir e tem mais: um morador de lá me contou um segredinho que é bem comum por lá dizer que a bomba de combustível está quebrada, pra que você sempre coloque mais algum litro e eles sempre estarão abastecidos. Fica a dica pra moçada de procurar um que não seja. 😉 

Então, conselho da Tia Nanda é: Vá cheio de disposição pra andar muito a pé e arrisque-se numa vibe mais roots, no ônibus mesmo e até carona; alguns passeios incluem serviço de translado então deixe pra alugar carro apenas para ir para área mais distante, ou para fazer um “reconhecimento de área”/ ilha tour geralzão. Curta até bater a Neuronha! 


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